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24 de mar. de 2013

Aquele do Haley Joel Osment de shortinho: Sassy Pants (2012)


O ano de espera para assistir Haley Joel Osment gay vestindo nada mais do que um shortinho jeans não valeu tanto a pena assim. Sassy Pants é um filme pós-adolescente em que Ashley Rickards (da série Awkward. que, aliás, todos que curtem comédia colegial devem assistir, é histérico) interpreta Bethany Pruitt, uma garota derrotada, na merda, sem amigos e sem vida social alguma por ter sido obrigada a frequentar uma escola online em casa depois da mãe ter sido humilhada quando uma gravação do ex-marido fazendo sexo com o professor de música da escola foi noticiada na primeira página do jornal local. A partir daí, Bethany começa sua jornada pra conseguir ir para a faculdade de moda e se desvincular da mãe completamente possessiva. Tem um feeling de "Hum, já vi isso em outro lugar."

Pra ser bem sincero, eu estava mais interessado no relacionamento do personagem do Haley Joel Osment com o pai da protagonista do que com a história principal em si, mas Osment não aparece muito, sua participação é quase cenográfica. Mas não foi por isso que o filme não me agradou tanto. O roteiro não tem nada de muito especial exceto algumas cenas muito bem boladas com a avó e o irmão da protagonista. As poucas cenas sobre o pai gay namorando uma bicha alternativa da idade da filha acabam, positivamente, roubando totalmente o foco.

Apesar de tantos baixos, eu recomendo dar uma olhadinha. Pra quem é fã do Osment, vê-lo fazendo a bicha passiva afeminada com certeza vale uma espiada.

5 de jan. de 2013

Aquele que fez meu dia: Struck by Lightning (2012)


Desde que eu soube que Chris Colfer (Kurt Hummel em Glee) estaria lançando um filme que ele mesmo escreveu, produziu e estrelou, fiquei me coçando de vontade para o vídeo vazar logo pela web, já que provavelmente o filme dificilmente daria as caras nos cinemas tupiniquins. Se acontecesse seria muito engraçado, de verdade, porque o filme mal deu as caras nos cinemas do país em que foi produzido, imagina aqui.

Porém essa semana para a minha surpresa eu fui procurar o filme e. Pasmem. Eu encontrei. Aparentemente ele já tinha começado a circular por aí há umas duas semanas e ninguém tinha percebido.

Não vou contar muito do filme, até porque eu acho que o trailer já entrega seu conteúdo em demasiado. Struck by Lightning, algo como "Atingido por um raio" é uma dramédia colegial que começa com o personagem principal (Chris Colfer) sendo morto do nada no meio da tarde por um raio e, a partir de então, sua voz póstuma narra os acontecimentos prévios de sua morte.

O que me faz gostar tanto de comédias colegiais é que elas se reinventam nos próprios clichês: A época da escola é uma época absurdamente terrível, e do terrível se tira muita coisa pra falar. O filme tem aqueles clichês básicos que a gente tá cansado de conhecer: A líder de torcida nojenta, o atleta garanhão, o casal gay enrustido que faz meinha no banheiro, a gótica estranha, o maconheiro etc. O filme em si é muito modesto, com um humor sarcástico bem moderado e se propõe a passar uma ótima mensagem. E de sopa ainda dá a dica infalível de como se conseguir o que deseja: Chantagiando os outros.

Gostei bastante de ver no elenco carinhas já conhecidas na TV e no cinema como Sarah Hyland (Modern Family), Ashley Rickards (Awkward.), Robbie Ammel e principalmente Rebel Wilson (Bridesmaids), que SEMPRE rouba a cena em seus papéis de coadjuvante e dessa vez não foi diferente. Eu achei incrível como o Chris Colfer e a Rebel Wilson tem tanta química na frente da câmera. O que acontece com a personagem da Rebel no final com certeza é uma das minhas cenas favoritas e vê-la chorando com a notícia da morte me partiu o coração.

Eu não sei se já tem legendas em português do filme por aí, mas acho que vale a pena dar uma checada.

Fica a dica. O filme fez meu dia.

29 de set. de 2012

Aquele em que a Hebe morre

Então a Hebe morreu e tá todo mundo no twitter falando disso. O Brasil agora está sem a sua Gracinha. Até eu, inclusive, soltei meus comentários. Não deu cinco minutos e já começaram os murmúrios da galera dando altas palestras sobre como somos todos patéticos por começarmos a amar a Hebe só agora depois que ela morreu.

Gente. Shame on you.

Hebe foi uma figura da TV brasileira por décadas e mais décadas. Não existe UMA pessoa nesse Brasil imenso que não conheça sua personagem. Eu não preciso ter um pôster da Hebe no meu quarto e dedicar um blog a ela para ter aquele respeito tão especial pela grande mulher e figura que ela foi para a mídia popular brasileira.

Agora o que me entristece é que eu nunca vou poder dar um selinho na boca mumificada dela. Eu sei que dificilmente isso seria possível mesmo quando ela ainda tinha o coração batendo naquele ritmo devagar-quase-parando, mas eu gostava de ter a opção da possibilidade remota.

Descanse em paz Hebe

7 de abr. de 2012

Aquele sobre San Telmo

Daqui a um ano e meio mais ou menos, lá pro final de 2013, eu estarei finalmente (ou provavelmente) me formando. E aí que chegou aquela época mágica em que você está bem no meio da sua graduação e todo mundo que entrou no mesmo período que você começa a pensar sobre as comemorações do fim dessa etapa maravilhosa de nossas vidas. Bem. Como pagar uma festança espetacular com direito a imprensa e reportagem na capa do jornal O Globo não está no meu orçamento e nem da maioria dos meus amigos, eu decidi não entrar na lista da festa de formatura que a galera que entrou comigo está organizando. Primeiro que estou inclinado a acreditar que a colação de grau da própria universidade já basta pra mim, segundo que eu não criei exatamente muitos laços com as pessoas que estarão de fato participando da festa.

Na minha faculdade a cada período os alunos de Literaturas são divididos em duas turmas: A turma A e a turma B. E por causa de uma maldição que assombra os alunos do meu curso desde os tempos mais remotos, a turma A está fadada a se odiar e criar subgrupos enquanto a turma B segue feliz e unida durante a graduação inteira. E é a turma B que está organizando e se concentrando em peso na festa particular de formatura.

Bom, eu faço parte da Turma A.

Não que a gente se odeie mesmo. Na verdade eu acredito que nos damos e interagimos entre nós muito bem. A gente só não tem a mesma figa e a perseverança da turma B de "Para sempre unidos". Então o que o subgrupo da qual faço parte resolveu fazer? Juntar uma grana pra fazer uma viagem homérica para a Europa. Não muito tempo se passou, todo mundo caiu pra realidade e percebemos que nada disso vai acontecer.

Bom, pelo menos EU caí pra realidade. Mas a ideia permanece viva. Alguns querem ir pra Portugal, outros querem ir pro Chile. Se eu pudesse escolher, eu iria para qualquer lugar de onde pudesse pegar um trem e viajar por todo o continente europeu.

Mas sinceramente, permanecer na América do Sul começou a não me parecer uma ideia tão ruim assim. Existe um lugar em especial que eu amaria ter a chance de visitar. Sabem, eu cresci lendo a Mafalda (geralmente nas aulas de língua portuguesa) e seria uma honra conhecê-la pessoalmente.


Mafalda atualmente reside no bairro de San Telmo, na cidade de Buenos Aires na Argentina e pode ser frequentemente encontrada num certo banco em particular.

Um dia ainda visito essa linda.

26 de mar. de 2012

Aquele do autógrafo do Ziraldo

Meu namorado trabalha com produção cultural e esses dias acabou esbarrando com o Ziraldo, the one and only, sensualizando com suas madeixas brancas. Tive que pedir um autógrafo personalizado pra exibir:


"Pra Jorge Alison
Sucesso Artístico!
Ziraldo"